quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Endereço para o site do Evaldo

http://online2-2011.blogspot.com/

Aula sobre o trabalho em grupos.

23/24/Fevereiro - Ariane/Daniela/Maria
02/03/Março - Andréa/Cibele
16/17/ Março - Alessandra/Lourdes/Cláudio
23/24/ Março - Pollyana / Natália/ Anelise
30/31/ Março - Bruno / Arleison
06/07/ Abril - Neilor / Max / Bárbara.

Grupos.

1-Hipertexto e interatividade.
2-Memória.
3-Tempo real.

  • A questão do fato da internet, as notícias nem sempre são precisas.
  •  Silvia Moredson tenta estabelecer até que ponto o jornalismo tem que ser imediatista sem qualidade.
  • Isso é um desastre para credibilidade.
4-Texto na webjornalismo.

  • Não existe um padrão de texto na web.
5-Mercado de trabalho-web jornalistas

  • Todo jornalista hoje é um web jornalista.
  • Todo mundo tem que saber mexer com internet.
  • Tem que saber fazer infografia.

6-Blogs e redes sociais.

  • Até que ponto isso ajuda no trabalho do jornalista.
  • Jornalista tem que ser um tradutor de dados.
  • Ver até que ponto isso é maléfico ou benéfico.
  • O diploma foi cassado, isso é um mal reflexo.
Estrutura do trabalho

Introdução
Ref. Teórica - construir referencial teórico. 1 página
Pesquisa - Vai variar, alguns trabalhos o matérial será pesquisa de campo. (entrevista + inserção no trabalho+ análise) 3 a 4 páginas. Pesquisa 3 a 4 pág.
Conclusão - É a junção da pesquisa teórica +  material de campo. 1 pág.

25 pontos o trabalho

apresentação 15 pontos.

Blogs e redes sociais.


CÓDIGO PARA LINK DISJUNTIVO

www.uol.com.br/"target="_blank">

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

O Egito está um "agito" - ( matéria "suecada")

Agora é no popular, o pau "tá" quebrando no Egito, e tudo isso "tá" acontecendo porque um tal de Mubarak queria ficar no poder até bater as botas, e olha que isso nem estava tão longe assim, já que o véio tá beirando os 90. O povo tava de saco cheio das roubalheiras e das sacanagens do Mubarak, juntaram uma galera e foram até uma praça quebrar tudo. O Mubarak que não é bobo nada, mandou os "gambé" desce o sarrafo na galera. Mas a multidão não se entimidou não, e encarou a polícia na base da pedra e do pau mesmo. O governo sacou que a galera estava se organizando pelo facebook e mandou derrubar a internet. Mas aí já era tarde. Parecia a gaviões depois do Tolima. A parada começou a chegar nos países vizinhos e a pancadaria agora é generalizada. Os brothers do Mubarak virão que a coisa ficou feia e já deram idéia pro cara vazar do governo. Uma loirinha americana, mulher do Clinton, (aquele mesmo que pegou a estagiária) já falou que a pressão tá forte e que o esquema é deixar a voz do povo ser a voz de Deus. Mubarak não tá afim de largar o osso não, mas disse que talvez em setembro ele vai sair de fuga. Vamo vê se o veio tá dando um caô, ou se o papo dele é firmeza, e esperar pra ver... quem sabe ele não vem para o Brasil para ser presidente do senado. Sai vazado Mubarak!

Manisfestantes contrários a Mubarak prometem deixar Tahrir




Motivados pelo sucesso das manifestações na Tunísia que culminaram na queda do presidente Abdelaziz bin Dhia no dia 14 de janeiro, milhares de manifestantes foram as ruas do Egito contra o governo de Hosni Mubarak que a trinta anos controla o país mais povoado do mundo árabe com 80 milhões de habitantes. Acusado de corrupção, repressão, e de ser um dos maiores responsáveis pela pobreza que assola o Egito, Mubarak vê seu governo ruir em meio a protestos sangrentos na principal praça da capital Cairo. Com a ajuda do facebook e do twitter manisfestantes se organizaram na praça Tahrir para exigir a troca imediata de poder. Com uma oposição fraca, coube a juventude egípcia o papel de protagonista no combate ao regime de Mubarak. Para minar a organização dos manifestantes o governo cortou os serviços de internet e celular no país. Outras medidas como o toque de recolher e a repressão com força pelo exército, não surtiram o efeito desejado, muito pelo contrário, só fizeram fortalecer o movimento que já se espalha por outros países da região como no caso do Marrocos, Argélia, Líbia, Jordânia e Iêmen, mesmo que com menor intensidade. Mubarak que antes tinha o apoio incondicional de governos importantes como o dos EUA e Itália, hoje se vê pressionado por aqueles que antes o apoiavam. A secretaria do estado americano Hilary Clinton é a voz dos EUA no conflito, e não vê outra forma de se estabelecer a paz no Egito se não a transição imediata e pacífica do governo. Na última quarta-feira, dia 2, simpatizantes do governo egípcio entraram em confronto com os manifestantes opositores, pedras, paus e chicotes foram usados no confronto que teve o saldo 3 mortes. Hoje sexta-feira, dia 4, promete ser o último dia de ocupação da praça Tahrir, que foi palco de sangrentos combates desde o dia 25 de janeiro.

Confira imagens do confronto.





Confira quem é Hosni Mubarak

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

FALHAS PODEM AFETAR CREDIBILIDADE DO ENEM

Provas roubadas, gabarito invertido, confusão na realização das provas, estes foram alguns problemas que alarmaram os estudantes que fizeram a prova do ENEM ( exame nacional do ensino médio) nas duas últimas edições. Apesar das trapalhadas do exame de 2010 o ministério da educação tentou minimizar os problemas afirmando que apenas uma pequena parcela dos estudantes foi realmente prejudicada. O INEP através do seu presidente Joaquim Soares Neto alinhou o seu discurso com o do governo e ainda comemorou o sucesso do exame. “Missão cumprida” disse. Soares Neto ainda afirmou que não houve falhas na segurança no que diz respeito a aplicação da prova, mesmo sabendo que uma equipe de reportagem conseguiu fotografar a prova e ainda publicar em redes sociais.
O grande receio do governo é que o exame seja anulado novamente pela OAB ( Ordem dos Advogados do Brasil) como no episódio de 2009, no qual um exemplar da prova foi roubado por um funcionário da gráfica responsável pela impressão. Isso custaria milhões ao governo federal, além de ter que disponibilizar uma nova data no já apertado calendário letivo brasileiro.
“Não vejo como isso possa minar o ENEM, me sinto orgulhoso em ter liderado esse processo. Não houve problemas graves”. Afirmou o presidente do INEP.
Neste ano os estudantes reclamaram principalmente da falta de organização e do tempo de prova. “O tempo de prova pela quantidade de perguntas foi complicado tive que correr” afirmou a estudante Miriam Silva Souza Diniz de 27 anos. Em seu segundo exame Miriam disse que os aplicadores estavam mais confusos do que os próprios estudantes. “Quem pegou a prova amarela teve um atraso ainda maior” afirmou.
Sobre a credibilidade do ENEM, Miriam ainda vê no exame o melhor método para avaliação do aluno, porém, acredita que algumas mudanças no método de aplicação da prova seriam válidas, como maior tempo para a conclusão da prova.
A professora Maria Márcia Malavasi , coordenadora do curso de Pedagogia da UNICAMP ( Universidade Estadual de Campinas) afirma que “Por ter pouco tempo é natural que a população desconfie e com os problemas ocorridos nos últimos exames a confiança fica abalada. Essa confiança, me parece, será recuperada quando o Estado mostrar de fato estar interessado em consertar o erro. Ou seja, ter uma outra logística” disse.
O fato é que, consolidar um exame nacional em um país de dimensões continentais não será fácil, o governo terá que ser ainda mais cuidadoso nos próximos exames, para que o ENEM não morra no descrédito.

No vídeo abaixo a estudante fala dos problemas ocorridos no dia de seu exame.




Enem2010

sábado, 13 de novembro de 2010

O importado barato de hoje pode custar o seu emprego amanhã

Isso mesmo, a desindustrialização que afeta o Brasil e outras partes do mundo, freia a industria e torna o país menos competitivo no mercado internacional. É como um armazém que compra mais do que vende. Com o real valorizado os produtos estrangeiros, principalmente os chineses, se tornam muito mais baratos do que os produzidos aqui no Brasil. Sendo assim o país perde nas duas frentes. Na primeira, os produtos nacionais ficam mais caros, em contrapartida o que vem de fora acaba ficando mais barato. Com menos clientes a industria nacional acaba produzindo menos, necessitando de menos mão de obra. É aí que mora o perigo. O produdo importado que eu compro por um valor menor do que o nacional, ajuda o importador por consequencia o país de origem daquele bem, os produtos nacionais encalham nas prateleiras e o produtor local não tem para quem vender e acaba falindo, deixando desempregados que não vão mais consumir, é um efeito cascata na economia. O governo já busca medidas para minimizar os efeitos da desindustrialização, a primeira seria elevar os impostos dos produtos importados para que os nacionais se tornem mais competitivos no mercado interno, outra medida, mais drástica seria a intervenção direta na taxa de cambio, esta medida serviria para os dois mercados externo e interno, uma vez que com o real desvalorizado o produto nacional voltaria a ter um preço atrativo no mercado mundial. Para estudiosos a desindustrialização é um fenomeno mundial e com o tempo os mercados vão se estabilizar normalmente. É esperar para ver.
Abaixo veja reportagem do jornal da Globo sobre o tema.

leia mais